Portal na internet tem dicas e conselhos para as mães

12 de maio de 2013

#Especial


Brasília - Qual a melhor posição para amamentar, como tratar o umbigo de um bebe nos primeiros dias de vida, o que comer para evitar cólicas no recém-nascido? Essas e outras dúvidas são frequentes principalmente para as mães de primeira viagem, como a analista administrativa Adriana Roberta, de 33 anos.

Com o pequeno João Pedro no colo, nascido há pouco mais de duas semanas, ela ressalta, no seu primeiro Dia das Mães, que o medo de errar faz a ansiedade aumentar ainda mais. "Sempre tem parentes e amigos cheios de opiniões por perto. Elas são úteis, mas às vezes contraditórias e a gente acaba ficando confusa e sem saber o que fazer", disse.

Para resolver questões simples do dia a dia de quem está dando os primeiros passos no mundo da maternidade, Adriana recorre à ajuda de uma rede social para gestantes e mães de bebês na primeira infância. Por meio de um portal na internet, o Rede Mães de Minas oferece orientações sobre a saúde das mães, desde a gestação, e dos bebês. Entre os serviços disponíveis está um calendário com sistemas de alerta que ajudam a lembrar as próximas consultas médicas, além de gráficos para acompanhar a evolução do peso e da pressão arterial da mãe e os movimentos do bebê ainda na barriga.

Adotar significa abrir-se para uma nova aventura, no melhor sentido da palavra

#Dia das mães


Brasília - Receber uma criança de origem, muitas vezes, desconhecida, é um ato de amor e abnegação. Independentemente do perfil desejado pelos novos pais e mães, adotar significa abrir-se para uma nova aventura, no melhor sentido da palavra, é reservar um espaço em sua vida para uma criança que, em pouco tempo, deixará de ser um desconhecido.

No imaginário popular, no entanto, a adoção tem severas distorções em relação ao mundo real. Nem sempre aquele bebê loiro, de cabelos cacheados, bochechas rosadas e olhos azuis estará no abrigo, esperando um casal buscá-lo. A realidade é outra. As crianças nos abrigos vêm, muitas vezes, de um passado de violência, abusos e privações severas em todos os sentidos. Algumas, inclusive, precisarão reaprender a confiar e a amar as figuras materna e paterna.

Hoje, no Brasil, há 5.471 crianças e adolescentes inscritos no Cadastro Nacional de Adoção. Desses, 1.787 são brancas, 1.035 são negras e 2.602 são pardas. Os pais podem optar por restringir-se a um tipo de criança para adotar ou estar abertos a qualquer perfil. E é aí que os números correm em sentido inverso. O número de pessoas habilitadas que querem apenas crianças brancas ainda é muito superior ao daqueles com predileções exclusivas de outras raças. São 9.474, contra 1.631 que aceitam apenas pardos e 574 que querem adotar somente crianças negras.

Adoção: o caminho solidário da maternidade

#Dia das mães


Brasília – O desejo de construir uma família e vivenciar a maternidade quase sempre está ligado a partilhar a mesma herança genética. Mas para muitos isso nem sempre é possível. Por isso, para tornar realidade esse sonho a opção é adotar, uma atitude que une o desejo de ter um filho com o direito de cada criança de ter uma família.

Dados dos Cadastro Nacional de Adoção (CNA) mostram que atualmente existem cerca de 30 mil pessoas (homens e mulheres) dispostos a receber cerca de 5.500 pessoas como seus filhos. Para algumas pessoas, a legislação engessa o processo, diminuindo as chances da criança ou do adolescente encontrar um novo lar.
 
De acordo com a supervisora substituta da Seção de Colocação em Família Substituta da Vara da Infância e Juventude do Distrito Federal, Niva Campos, o que mais dificulta é o fato de as pessoas querem adotar, majoritariamente crianças recém-nascidas deixando de lado as mais velhas.

"Mais de 95% dos pretendentes hoje querem adotar uma criança em tenra idade. Então praticamente a pessoa tem a fila inteira a sua frente. Se a pessoa vier a se interessar a adotar um adolescente provavelmente vai ser a primeira da fila, pois não temos famílias disponíveis para o acolhimento de adolescentes,explicou a Agência Brasil.

Aquilo que vem do coração não tem idade, tamanho, cor...

#Dia das mães


Brasília - As pessoas desejam um filho parecido com elas, mas quando entendem o processo de adoção, não se preocupam mais se é parecido ou não, se é negro, branco, grande ou pequeno. "Elas se preocupam em fazer com que [a criança] pertença a essa família e que ela está disposta a filiar", explica Soraya Pereira, presidente da instituição Aconchego, localizada em Brasília, que promove o debate e a troca de experiências entre pais adotantes, auxiliando no processo de adaptação de ambas as partes.

Um dos projetos da Aconchego é a Adoção Tardia, no qual os adotantes de crianças maiores de três anos compartilham experiências relacionadas à nova paternidade. "Com esse grupo, começamos a perceber que as pessoas [passaram] a confiar na gente, porque normalmente são pais que já [viveram] esse processo e [isso] vai formando uma rede de confiança e de apoio muito legal. Muitos pais não tinham onde deixar as crianças e resolvemos fazer um trabalho com as crianças adotadas também, no mesmo horário do encontro dos pais, com uma arteterapeuta", conta Soraya.

Na adoção para estrangeiros, a idade é considerada o maior dos entraves. De acordo com Thaís Correia, secretária executiva da Comissão Distrital Judiciária de Adoção, quanto mais velha a criança, menor a chance de encontrar uma família. "O perfil dos estrangeiros é um pouco mais elástico. Não há limitações à cor e a restrição de idade é um pouco menor. No entanto, a idade máxima que conseguimos famílias para adoção é 10 anos. Depois dessa idade não há mais colocação [em uma família]".

Diferentes mulheres contam um pouco do que é ser mãe

#Dia das mães


Brasília - Ser mãe. Um desafio, um refúgio, uma responsabilidade para a vida inteira, um ato de coragem, renúncia, padecer no paraíso? Não há como definir o que é ser mãe. Para cada uma, um significado. Entre dificuldades e aprendizado, lágrimas e sorrisos, descobertas e realizações, em uma coisa todas concordam: a escolha da maternidade inclui muito amor.

Independentemente de idade, classe social, cor, profissão, orientação sexual, neste domingo e em todos os outros os dias do ano, o que vale é comemorar a força dessas mulheres, que entre tantos encantos, podem gerar uma vida ou várias, no ventre ou no coração. E não existe definição de ser mãe por um motivo muito simples: há tantos tipos de mães quanto de filhos.

A engenheira Márcia Jopert, por exemplo, adiou a maternidade até se sentir preparada, inclusive, até encontrar alguém especial para dividir com ela esse momento. "Sempre fui uma pessoa muito maternal, sempre desejei muito ser mãe, mas os tempos modernos exigem que a mulher se prepare um pouco melhor profissionalmente antes de assumir essa função", pondera. A hora certa, para ela, chegou há oito anos. "Sou muito feliz por ter esperado e pela hora que o meu filho chegou. Eu nunca vi problema em ser mãe aos 40", declara.

Ciúmes... Insegurança...

30 de abril de 2013

#Sentimentos
 

Burrice e talvez pecado tentar acorrentar uma alma e chamar isso de amor.

Incoerente desejar confiança do outro quando se está o tempo todo a vigiar.

Perde-se tempo com tais pensamentos. Tempo esse precioso que poderia ser gasto de forma menos infrutífera.

Brasileiras ajudam a transformar a realidade onde vivem

8 de março de 2013

(Dia da Mulher - Agência Brasil)


Esforço e superação são os conceitos que marcam a trajetória de muitos brasileiros, mas para três mulheres essas palavras ganham um significado especial e mostram que é possível vencer as dificuldades. A quilômetros, uma líder comunitária, uma estudante e uma indígena, cada uma com uma história diferente, buscam o mesmo objetivo: fazer a diferença. 

É assim que a líder comunitária e diarista Sueli Santos explica seu trabalho. Mãe de três filhos, Sueli divide a rotina entre a casa, as crianças, a comunidade e o trabalho. A baiana de 37 anos foi abandonada pela mãe e morou nas ruas de Xique-Xique, onde nasceu, até a adolescência. Sueli conta que dormia nas calçadas e pedia comida de porta em porta. "A vida nunca foi fácil. Eu sofri muito abuso, todo tipo de abuso que você puder imaginar. Isso foi o que mais me marcou e me marca até hoje. Eu achava que não ia conseguir ser mãe", diz a diarista ao lembrar daquele período. 

Ser mulher é ser muitas mulheres

(Mulher - Radiojornalismo EBC)


Depois da revolução sexual dos anos 1960, ficou mais fácil para a mulher fazer escolhas diferentes do que era esperado tradicionalmente: casar-se e ter filhos. Meio século depois, é impossível enumerar as possibilidades que uma mulher. 

Priorizar a carreira, cuidar da casa e dos filhos, conciliar as duas coisas, casar-se com outra mulher, não se casar, cumprir o protocolo tradicional ou mesmo não fazer planos? As escolhas são muitas. Como são muitas as mulheres. E muitos sonhos, desejos, anseios. Diferentes escolhas mostram que não há fórmula para ser mulher. Nem para ser feliz. Ser mulher é lutar para que seus direitos e desejos sejam respeitados. Sejam eles quais forem.

Etiqueta em casamento também é moda!

#Style


Que madrinhas e padrinhos devem estar muito bem arrumados e elegantes, isso todo mundo sabe, mas após ir a alguns casamentos pude notar algumas gafes bem frequentes.


Vou fazer uma lista do que não acho correto em um casamento e das perguntas mais freqüentes, com foco principalmente nas madrinhas e padrinhos.


Não pode:

1) Madrinha “centro das atenções”:

Ficar bonita é uma coisa, mas ir a um casamento na condição de madrinha com uma fenda enorme, pedrarias e vestidos de cores ofuscantes já é um pouquinho “no sense”, não acham?

O dia é da noiva! Portanto, quem deve brilhar é ela e não madrinhas super decotadas ou com uma cor chamativa. A não ser que tenha sido combinado com a noiva.

Dica: Para não ter erro e o visual do altar ficar mais “clean” e homogêneo, a noiva deve combinar com as madrinhas a cor ou o tom que deseja que elas devam ir vestidas. Não precisa ser o mesmo modelo, mas as cores devem “conversar” entre si, até mesmo para evitar esse constrangimento da convidada de honra “chamando muito mais atenção” do que a noiva.



2) Vestido branco em convidadas:
A menos que seja exigência dos noivos que todos se vistam de branco, não preciso nem dizer que seria uma gafe tremenda, aparecer em um casamento vestida com essa cor.

3) Meias sociais aparecendo:
Essa vai para os homens. Fiquem de olho no comprimento da bainha da calça!

4) Seguindo a mesma linha de raciocínio, lingerie aparecendo:
Não tem nada mais deselegante que um soutien aparecendo, ou uma calcinha marcando um vestido.
Dê preferência às roupas íntimas sem costura e cor da pele, caso não seja possível encontrar uma peça da cor da roupa.


Perguntas frequentes:

A) Posso usar chapéu num casamento?
Somente se for durante o dia e ao ar-livre.


B) Sou gordinha. Só tenho a opção do vestido preto?
A roupa preta é e sempre será tradicional e elegante, principalmente por dar a ilusão de que a pessoa parece mais magra e também por poder combinar com qualquer coisa.

Mas tu que estás “gordinha”, não fique triste achando que só poderá usar preto em toda festa. Até mesmo algumas estampas ajudam a “emagrecer”, como as estampas na diagonal, que começam de fora pra dentro.

Vestidos bem estruturados “afinam” a silhueta. O blazer acinturado e um pouco mais compridinho também é um forte aliado. Além de ficar elegante, atinge o resultado que esperas.

Cores ideais: Azul -marinho, vinho, cinza- chumbo, violeta…


Acessórios e peças que ajudam a “reduzir” o manequim:

Blazer acinturado, meia-calça modeladora, body modelador, SALTO ALTO (SIM! AS PERNAS FICAM MAIS LONGAS E O CORPO MAIS PROPORCIONAL).
 
Estampas: Estampas na diagonal ajudam, mas evite estampas.

Corte: Opte pelos vestidos com decote em “V”, ou em “U”. Acinturados, mas que não marquem quadril, nem barriga. A atenção ficará voltada para o colo e rosto.

C) Não deu tempo de fazer as unhas. E agora?
Lave bem as mãos, empurre a cutícula com a espátula, lixe as unhas da forma que mais lhe agradar e aplique um esmalte transparente ou com glitter. Espere secar, tire o excesso com um palito ou cotonete embebecido no removedor de esmaltes. Lave novamente as mãos e passe um hidratante de sua preferência, principalmente em volta das unhas. Não tem erro! Se borrar é fácil de tirar, a cor não vai “brigar” com qualquer roupa que escolhas e não vais estar com aparência de desleixo.


D) Que acessórios usar? E o cabelo?
Depende muito da roupa que vais utilizar. Se o vestido for frente única, não use colar, dê preferência ao brinco longo e o cabelo preso.

No caso de uma peça tomara-que-caia, as opções são mais amplas. Poderás usar colar, mas se usar, o brinco tem de ser rente a orelha, o cabelo pode ser solto, preso, semi-preso, liso, ondulado, cacheado. Desde que esteja no lugar, limpo e arrumado.


Se a peça escolhida for o blazer, o ideal é o cabelo preso, para despoluir um pouco o visual e os acessórios seguem o mesmo padrão de elegância.

Bom meninas espero que tenham gostado do mini manual de etiqueta.

Alguma sugestão, comente aqui em baixo ou entre em contato com qualquer uma de nós.

O que você quer ver no próximo post?

Beijo.


Schelidan Vargas
Schelidan Vargas
Apaixonada por moda, ousada e irreverente, Schelidan acredita que o corpo é o cartão de visitas de toda pessoa e por isto deve estar sempre bem cuidado e bem vestido.
Foi colaboradora do blog Modabilidade, e escreve artigos para outros canais MAXX.

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Até mais! 
 

Cortar ou não cortar o cabelo?

7 de março de 2013

#Beauty


Quem foi que disse que a mulher feminina ostenta somente longas madeixas? Os cabelos curtos são democráticos, pois agradam a todas as classes, tipos de rosto, pele e pasmem… Cabelos!

Minha vó dizia que cabelos curtos só iam bem com pessoas que tinham os fios lisos. Mas sabe ela que os cachos ficam lindos em comprimentos menores.
Sem  falar na praticidade, frescor, jovialidade e elegância que o corte confere a nós humildes humanas escravas a beleza e da moda.

Se você cortou o seu, mande uma foto pra gente!
Um grande beijo dessa que vos fala e não deixe de conferir nossos posts.

Schelidan Vargas
Schelidan Vargas
Apaixonada por moda, ousada e irreverente, Schelidan acredita que o corpo é o cartão de visitas de toda pessoa e por isto deve estar sempre bem cuidado e bem vestido.
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